CARTA DE PRINCÍPIOS
A
CARTA AO GOVERNO LULA E A I PLENÁRIA NACIONAL DA
ECONOMIA SOLIDÁRIA
A carta ao Lula propondo a criação de uma Política de
Apoio à economia Solidária foi reforçada e ampliada
na I Plenária Nacional que iniciou o debate sobre uma Plataforma,
uma Carta de Princípios e a criação de um Fórum
Nacional da Economia Solidária.
As negociações junto ao governo Lula avançaram positivamente
A II PLENÁRIA NACIONAL NO FSM-2003 E AS DECISÕES DE MOBILIZAÇÕES
PELO PAÍS
O governo Lula anuncia no FSM-2003 o compromisso de criar a Secretaria Nacional
da Economia Solidária sob a direção do professor Paul
Singer . A II Plenária Nacional, no FSM, decide mobilizar as bases
estaduais, até então com poucos Fóruns e articulações
estaduais, para o debate sobre a IDENTIDADE (carta de Princípios),
a PLATAFORMA de LUTAS, o CARÀTER e a COMPOSIÇÂO do Fórum
a ser criado.
Foram 18 estados que realizaram suas Plenárias preparatórias.
A III PLENÁRIA NACIONAL CRIA O FBES PARA DUAS TAREFAS: A MEDIAÇÃO
E A MOBILIZAÇÃO
Com mais de 800 representantes, delegados das 18 Plenárias estaduais,
a III Plenária Nacional cria o FBES, com a incumbência de articular
e mobilizar as bases da economia solidária pelo país, em torno
de uma Carta de princípios e uma Plataforma de Lutas, ali aprovadas,
e de fazer a interlocução junto ao governo, em especial junto à recém-criada
SENAES (Secretaria Nacional da Economia Solidária). Esta assumiu a
Plataforma de Lutas como parte de seu Plano de Governo.
A III Plenária define também a composição e o
funcionamento do FBES.
O I ENCONTRO NACIONAL DOS EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA
(2004)
O I Encontro de Empreendimentos reuniu 2.500 representantes, agora de todos
os estados brasileiros, onde foram criados Fóruns ou comissões
pró-fóruns estaduais. Em alguns estados, a ampliação
do Fórum consiste em estruturar fóruns sub-regionais e municipais. É assegurada
a participação majoritária dos empreendimentos.
A ECONOMIA SOLIDÁRIA NO CENTRO DO FSM-2005
No FSM-2005 a Economia Solidária foi desafiada para gerir o abastecimento,
a comercialização, a moeda social, as rodadas de negócios,
a campanha pelo consumo consciente, contra os produtos nocivos das transnacionais,
e a realizar os debates articulados entre as redes nacionais e internacionais.
Por isso diz-se que não só um outro mundo é possível,
mas uma outra economia acontece!