Fóruns

Em torno do espaço e da agenda do Fórum Social Mundial destacam-se fortes elementos constitutivos da recente trajetória da economia solidária no Brasil:


A CONSTITUIÇÃO DO GT BRASILEIRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
Criado em 2001 para articular e mediar a participação nacional e das redes internacionais da Economia Solidária no I FSM, O Grupo de Trabalho Brasileiro de ES (GTBrasileiro) constituiu-se por organizações e redes de uma diversidade de práticas e segmentos da economia popular solidária: campo, cidade, práticas diminutas, práticas complexas, igreja, bases populares, bases sindicais, universidades, movimentos sociais populares, práticas governamentais, práticas de apoio ao crédito, práticas de redes de informação, vínculos às bases nacionais, vínculos às redes internacionais.
As 12 Entidades e Redes Nacionais de Fomento que em momentos e níveis diferentes participam do GTBrasileiro são: Rede Brasileira de Socioeconomia Solidária (RBSES); Instituto Políticas Alternativos para o Cone Sul (PACS); Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE); Associação Nacional dos Trabalhadores de Empresas em Auto-Gestão (ANTEAG); Instituto Brasileiro de Análises Sócio-Econômicas (IBASE); Cáritas Brasileira; Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST/Concrab); Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (ITCPs); Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS/CUT); UNITRABALHO; Rede Brasileira de Gestores de Políticas Públicas da Economia Solidária; Associação Brasileira de Instituições de Micro-Crédito (ABICRED).
Ao final de 2002, o GTBrasileiro deparou-se com a vitória de Lula.