Rede Amazônia Solidária
OBJETIVOS
> Fortalecimento
econômico dos empreendimentos com ênfase na viabilização
da comercialização entre cadeias produtivas solidárias;
> Fortalecer os Fóruns estaduais de economia popular solidária
na Amazônia;
> Articulação política das organizações
e atores da economia solidária;
> Incentivar o uso de tecnologias sociais;
> Influenciar políticas públicas para o Desenvolvimento da economia
solidária;
> Contribuir na articulação de associações e cooperativas
para que os membros da rede ampliem o mercado de consumidor de produção
de rede de economia solidária;
> Avaliar, acompanhar e dar assistências técnicas aos empreendimentos
da economia solidária;
A RAS nasceu a partir da construção de um processo inovador de tecnologia social que culminou com a implementação do Projeto “Desenvolvimento Social e Capacitação Empreendedora para fortalecer os Arranjos Produtivos Locais da Amazônia: uma Parceria entre Organizações da Sociedade Civil e Agencia de Desenvolvimento da Amazônia” no primeiro semestre de 2005, sob a coordenação da Rede GTA – Grupo de Trabalho Amazônico em parceria com diversas organizações não-governamentais e movimentos sociais, assim como a participação direta dos Fóruns Estaduais da Economia Solidária da Amazônia Legal.
A sua Estrutura está constituída de forma horizontal oportunizando a participação das Coordenações da Economia Solidária dos Estados do Pará, Amapá, Tocantins, Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre, sendo que essas coordenações são representadas pelos segmentos de produção rural e urbana e Arranjos Produtivos Locais. É importante destacar que a RAS está em construção, pois se trata de uma idéia nova de concepção de um processo democrático da economia solidária na Amazônia. E o que é mais inédito num trabalho como este é que os próprios empreendedores e empreendedoras são os protagonistas desta história.
Existe uma proposta de constituição de Grupos de Trabalho para incentivar a participação e influenciar de forma direta na proposição e o diálogo de políticas públicas na área de geração de renda a partir da economia popular e solidária. Entre as propostas existe as seguintes temáticas para articulação dos GTs: comercialização, assistência técnica, beneficiamento, Marco Legal da Economia Solidária, infra-estrutura, organização da produção, etc. Vale salientar que ainda não houve uma definição e deliberação sobre quais serão, de fato, as temáticas dos GTs.